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terça-feira, 25 de março de 2014

Smile






Quando as vírgulas ascendem e se tornam em aspas, algo não está bem! O que era acessório, informação adicional, perde objetividade e como que se transforma em algo pouco claro, num “diz que é uma espécie de”… excepto em caso de citação, mas isso, passando o pleonasmo, é uma excepção.


Vírgulas, pontos finais e outros artefactos mais podem fazer-me desviar do rumo que pretendo seguir, por isso vou tentar deixar para trás esta questão acrobática da pontuação.

Já não é de hoje que as coisas parecem que não vão bem. Não é que sigam mal, até porque nem tudo na vida é par ou alternativamente ímpar… direi que se vai passando entre os pingos da chuva. 


Bem, tanto devaneio e ainda não cheguei onde queria. Hoje deparei-me com uma música que me trouxe à memória algo que tanto aprecio e que nem sempre pratico: o sorriso! Não que seja ele um espelho da alma, longe disso. Mas ainda assim prefiro um fingido, o denominado “amarelo”… até mesmo o “de frete” é melhor que uma cara fechada, ausência de habilidade da contração certa dos músculos faciais ou garantir às faces uma geometria de linhas perpendiculares que em simultaneamente são paralelas a qualquer esboço de alegria ou felicidade.

Qual é o alcance de um sorriso? 

Cansaços à parte, até porque os cansaços também são argumentos gerais, abstratos e também “cosméticos”, isto é, óptimos de colocar à superfície, vou-me tentar munir dos meus melhores argumentos para tentar sorrir mais para a vida, porque não é fácil levar a vida a sorrir, mas é certo que a vida se leva melhor se for a sorrir!


A quem se tiver dado ao investimento do seu tempo a ler este exercício de plasmar em texto as minhas ideias soltas, deixo duas músicas. A primeira porque provocou este texto que andava latente, a segunda porque é um “clássico” e pela letra pouco esclarecedora…  

Complicativo?


If you smile
With your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You'll see the sun come shining through, for you

 


domingo, 23 de março de 2008

So(riso)


Certamente já muito se escreveu sobre o movimento da musculatura facial que consiste num maior ou menor esforço para mostrar (ligeira ou consistentemente) a dentição, por vezes acompanhado de um registo sonoro, discreto ou hiperbólico, mas sempre “característico”.
Há coisas que nos fazem rir, outras que nos fazem sorrir e, outras ainda, que mascaramos com um sorriso (comprometido ou para não comprometer) … ou seja “para a fotografia”.
Assim, o so(riso) varia consoante a situação, o estado de espírito ou mesmo a sua ausência e consoante a circunstância.
Não se prevê (da minha parte) provocar um simples esboçar de sorriso da vossa parte aquando da leitura, mas no caso de o esboço provocado ser um bocejo, agradeço que também não mo comuniquem.
Voltando ao tema, não são só as situações que nos fazem sorrir, também certas pessoas nos fazem rir ou sorrir com a sua pessoa (não se entenda “rir da”, mas “rir com” a pessoa), mas também há aquelas que nos fazem sorrir “entre dentes”, ou até perder a vontade de sorrir.
O simples gesto do sorriso pode acalmar, transmitir confiança, “quebrar o gelo” e, quem sabe, ser uma ponte para um entendimento (ou para um desentendimento, quando acompanhados de uma textura em tons alternativos ou na ausência de textura...).
Algumas pessoas que vão (assim o espero) ler este texto, sabem que me conseguem arrancar um sorriso “sincero” e, de quando em vez, um riso alicerçado, a vocês a minha homenagem por conseguirem, por vezes, esta árdua tarefa. Outros há que, como a qualquer simples mortal, me dão vontade de não sorrir, o que não implica o sentimento tido como oposto, que é chorar. Afinal, o que estará nos antípodas de sorrir? Na minha perspectiva o contrário de um sorriso apenas poderá ser um “não sorriso”…
Bem… aguardo a vossa opinião. Não se riam, comentem… :-)

Finalizando, com uma “frase feita” (mas sem ser daquelas que o sorriso enriquece quem o recebe e tal e tal…):

“Feliz a 100% só mesmo um pateta feliz”.

A escolha da imagem… bem… a escolha “caiu” sobre um personagem que tem um lema de vida que se coaduna, de certa forma com o tema (“Hakuna matata”).